Jesus te ama!

"Entrgue teu caminho ao Senhor, confia nEle e Ele tudo fará" Salmos 37.5

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pensamentos

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

William Shakespeare

Não viva só de pão, viva de muito mais

Depois de jejuar quarenta dias no deserto, Jesus teve fome e foi tentado pelo diabo que lhe disse: “Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães”.

Jesus estava diante de uma situação que o confrontava internamente: ou Ele resolvia o problema do momento – a fome – ou continuaria no propósito que O levara ao sacrifício, esperando por algo bem maior que saciar a fome. Jesus não cedeu, não aceitou a sugestão do diabo em usar o poder que tinha e transformar pedras em pães. Esperou pelo agir de Deus. E esperou resistindo a todas as tentações do diabo. No final, Ele foi servido pelos anjos.

A fé deve ser como a do Senhor Jesus: desafiadora, responsável, que não cede às sugestões do diabo. Nem mesmo na fraqueza física Jesus Se fez vulnerável. Pelo contrário. Tornou-se mais forte ainda. Jesus podia transformar as pedras em pães e não o fez. Ele incorporou na vida d’Ele, todo peso, poder e cobertura da Palavra de Deus.

Ao dizer que o homem vive de toda palavra que procede da boca de Deus, invocava as Promessas que Deus já havia feito. Entre elas, que o justo não mendiga o pão, que o justo não toma emprestado, que o justo não é desamparado, que muitas são as aflições do justo, mas que o Senhor os livra de todas.

A fé do Senhor foi desafiadora. Ele lançou sobre Deus, o Pai, a responsabilidade de livrá-l’O daquela situação. Desafiou a providência dos Céus sobre a vida d’Ele.

Jesus tinha poder para fazer pedras virarem pães, mas não fez, pois se fizesse, estaria provando ser incrédulo, com visão limitada e que só pensava no que estava vivendo. Não Se preocupava com o que não tinha ali.

O diabo previa que tudo isso Jesus faria. E ele continua prevendo que todo aquele que está em situação difícil, vá atendê-lo.

O diabo usa meios: uma boca, uma situação para que a pessoa use seu poder e transforme pedras em pães, ou seja, que ela corra e aja apenas com sua força, que é um tipo de poder. A solução vem mas não passa dela e o diabo consegue assim tirar a pessoa de algo bem maior, um grande propósito, co- mo ele queria fazer com o Senhor. Quando Jesus dis- se ao diabo que nem só de pão vive o homem, deixou bem claro que matar a fome física não era o propósito d’Ele. O propósito era alimentar-Se do poder e de tudo que procedia de Deus.

A fome e tantas outras coisas que sentimos na pele, aborrecem e incomodam como a fome que Jesus sentiu. E se Ele conseguiu superar e seguir em frente com Seu propósito, é certo que podemos também. Ele foi servido pelos anjos no final da batalha. E o que comeu no final foi muito melhor do que os pães que poderia ter tirado das pedras.

Você também verá a grande providência de Deus e será servido pelos anjos, não cedendo ao diabo, à fome, à fraqueza e usando a fé desafiadora que lhe trará todo peso e poder da Palavra de Deus. Não precisará fazer várias vezes, e com muito cansaço, o que Deus, de uma só vez, pode resolver em sua vida.

O desespero pode fazer você enxergar pão como “tudo”, mas pão é só pão. E Deus é “tudo”. Não troque Um pelo outro.

Não vale a pena, pois não é só de pão que você vive. Ainda que precise agora, daqui a pouco precisará dele novamente. Mas, se depender de Deus, buscá-l’O e servi-l’O, todas as coisas lhe serão acrescentadas. Que assim seja em sua vida, em nome de Jesus.

Bispo Anderson Cassin

Quem é sábio é forte

Sabedoria e fortaleza:
Sabedoria é definida como: razão, prudência, moderação, temperança, sensatez e reflexão. Fortaleza é definida como: vigor, robustez, valentia, poder e com muita possibilidade de vitória.
Entendo ao juntar as duas, que quando alguém age com a razão, há muita possibilidade de vencer.
Agir na razão é ir pelo que se sabe e não pelo que se pensa ou sente. É fazer o que é preciso e não o que se quer ou deseja fazer. É não esperar ter vontade para fazer o que é preciso.

Formação superior e diploma não tornam as pessoas sábias, no meu ponto de vista. E adquirir sabedoria humana à base de estudos e livros, não torna alguém totalmente capaz para vencer na vida. É preciso saber viver. E saber viver é conduzir a própria vida dentro de uma linha racional, à luz da Palavra de Deus. É não permitir que problemas, injustiças, calúnias, preconceitos, decepções, traições, desprezos, rejeições, afetem o emocional, impedindo de seguir em frente.
O apóstolo Paulo fala com clareza sobre o assunto:
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece (Filipenses 4.12 e 13).

Paulo é claro: nada do que ele vivia fora dele, independentemente se fosse bom ou ruim, alterava seu comportamento. Nem mesmo o que estava dentro dele. Mantendo uma postura sempre firme e equilibrada diante das mais diversas situações que vivenciou, Paulo mostrou que era um homem sábio. E a Bíblia diz: Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento… (Tiago 3.13).

São muitas as pessoas que reagem muito mal diante dos problemas, das pressões e, principalmente, das emoções negativas. Inclusive, muitos cristãos não mantém uma postura firme, como Paulo. Mostram que não sabem viver, entregando-se à incredulidade, ao desespero e à tristeza. Agem com covardia quando deveriam ser corajosos. São fracos quando deveriam ser fortes. Desequilibram-se quando deveriam se manter equilibrados. Há uma postura inversa à esperada por Deus.

Um varão sábio é um varão forte! O que se espera de uma pessoa sábia é uma postura in-teligente e madura, um bom procedimento diante da vida e dos infortúnios dela.
Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não ces-samos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda sabedoria e inteligência espiritual; para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus (Colossenses 19. 10).

A luta de Paulo e sua oração incessante eram para que todos fossem cheios de sabedoria e inteligência espiritual, a fim de que procedessem de forma digna e vencessem.
Hoje o “Ministério Mudança de Vida” também luta com o mesmo propósito porque entende que uma pessoa somente vence, fazendo uso de uma fé inteligente, agindo com sabedoria, dentro da razão e não de forma emocional ou religiosa. Constantemente atende-mos pessoas bem formadas e capacitadas humanamente, mas desprovidas de fé e entendimento. Por isso, estão infelizes, vazios e sem resultados. Adquiriram conhecimento humano, mas não sabem viver, não sabem lidar com as emoções negativas, cedem às emoções, não reagem, não usam a razão, e não vencem.

A Bíblia nos orienta, dizendo: Procure obter sabedoria; use tudo o que você possui para adquirir entendimento. Apegue-se à instrução, não a abandone; guarde-a bem, pois dela depende sua vida (Provérbios 4.7 e13).
Da sabedoria depende sua vida. Da capacidade de agir com a razão e no temor do Senhor, depende sua vitória. A Bíblia nos orienta a sermos sábios, buscando a sabedoria com muita avidez.

Procure agir com a razão. Faça o que é pre-ciso, ainda que sem vontade. Vá pelo que sabe e não pelo que sente e pensa. Lide com as situações contrárias e negativas com o mesmo equilíbrio de Paulo, mesmo porque, desgastar-se e angustiar-se não trará solução. Mantenha a paz, o equilíbrio, o bom humor e a certeza de vitória, independentemen-te da situação ou do momento que esteja vivendo. Use tudo o que você pos-sui e empenhe-se para ser sábio.
Quem é sábio é forte. É um vencedor.

Deus abençoe sua vida com muita sabedoria e inteligência espiritual em nome de Jesus.

Na hora do “VAMOS VER” os amigos desaparecem

É bem clara a fala de Deus, pois são muitos os que ajuntam tesouros grandiosos, mas são pobres e miseráveis espiritualmente. E, dessa forma, do que adianta tão grande riqueza?

Deparei-me um dia destes, com um homem que viveu parte da vida na presença do Senhor. Estava abençoado, esta-va cuidado por Deus, protegido e amparado. Depois, evadiu-se, ausentou-se da santa pre-sença do Senhor. Distraiu-se. Desfocou-se. Achou que poderia cami-nhar longe do Senhor nos mesmos padrões de vida de antes: com paz que excede o entendi-mento, com muita saúde, com a família har-moniosa e na abastança, pois, os negócios iam muito, mas muito bem.

Ao verme, chorou: “Estou aflito e desesperado, Bispo! Já sujei o meu nome e o nome de toda minha família. Hoje, eu não sei o que fazer para sair do fundo de poço em que eu caí. Eu mesmo me afundei!

Disse-lhe: “Volte para o Senhor.”

“Minha família não tem coragem de olhar para o senhor, Bispo. Estamos envergonhados e humi-lhados. Imaginamos o que os outros vão pensar sobre nós…”

É sempre assim: o diabo dá força para a pessoa errar e depois co-loca uma vergonha maligna impedindo-a de buscar os caminhos de Deus novamente. E, muitas vezes, é mais fácil ficar sofrendo do que pas-sar por cima da vergonha, da humilhação, do orgulho, de sentimentos que são lixo, criar coragem, ousadia e voltar para o Senhor.

Você não pode ficar preocupado com o que “os outros” estão pensando; “o quê” os outros podem falar; “como” os outros podem interpretar as suas atitudes.

Preocupe-se com o que Deus vai pensar sobre o que você faz e como Ele o vê. Esta deve ser a preocupação de todos nós. Normalmente, as pessoas se preocupam muito com o parecer dos outros. E o pior é que quando você está no fundo do poço, aqueles em quem você focou sua preocupação, não vêm resolver seus problemas de forma alguma. Pelo contrário, até fogem da sua presença, fazem que não o vê na rua, porque em realida-de, ninguém, ser humano algum, pode fazer por nós, algo que seja duradouro.

E quando podem fazê-lo numa parte mínima, se esquivam por

Eu vim de uma família muito abastada. Infelizmente, sem a direção de Deus naquela época, meu pai perdeu tudo. E eu que cresci como filho

de fazendeiro, viajando de avião, me vi morando na cidade, numa casinha de quatro cômodos que nem porta tinha no in-terior. Colocávamos um pano separando os poucos cômodos, em busca de um pouquinho de privacidade.

Nessa época, eu tinha alguns familiares que estavam muito bem financeiramente. E certo dia, minha irmã e eu íamos por uma calçada no centro da cidade e em nossa direção vinha um destes familiares que sabia de nossa amarga situação. Quando ele nos viu, mudou de calçada imediata e rapidamente. Evitara-nos.

Os amigos são mui-tos! Mas na hora do “Va-mos ver”, conta-se com nenhum. E, muitas vezes, você não conta nem com a família. Com a socieda-de, então, nem pensar!

A preocupação com o que “os outros” pensam é tão grande, que tem pessoas que morrem de

medo de que “os outros”

venham saber que ela é dizimista e ofertante na Obra do Senhor. Morrem de vergonha e medo de serem criticados e por isso, não dizimam ou não assumem que o faz.

Eu digo sempre que todos são dizimistas e ofertantes: uns nas casas de jogatinas, outros nas casas de bebidas, outros nas casas de prostituição, nas casas de baladas, nos barzinhos. Há os que di-zimam para agiotas, aos bancos, às farmácias, às oficinas. Outros prefe-rem dizimar nas casas de crenças demoníacas. Todos o fazem sem cons-trangimento algum e às claras. E ninguém acha errado. E se acharem, tal dizimista não faz caso.

Há os que se alegram em dizimar na Casa do Senhor: uma Casa que prega a Palavra do Senhor, que ensina a Men-sagem do Senhor, que abre os olhos e tira a venda da destruição e que traz somente bene-fícios.

O diabo cega o entendimento das pessoas, porque o certo passa a ser errado e o errado, certo. E “os outros”querem que enxerguemos assim. Insatisfeitos, deixam o dinheiro que receberam do trabalho em lugares que Deus abomina. Perdem até a vontade de irem para o trabalho; e o pior é que ficam sem dinheiro. Empregaram-no em coisas vãs e ilusórias. Acabam se desgastando e ficando doentes; desanimados e cansados.

Viver longe dos padrões de Deus nunca foi e nunca será bom.

medo de ter que ficar ajudan-do. Porque o sa-lário do pecado é a mor-te, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6.23). Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas tranformem-se pe-la renovação de sua mente para que sejam capazes de experimen-tar e provar qual é a boa, agradável e per-feita vontade de Deus (Romanos 12. 2)

O pior, é que as pessoas sofrem e não en-tendem porque estão so-frendo.

. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vos-sos caminhos (Ageu 1.6 e 7)

É entendimento: quanto mais rápido você entender que viver na direção de Deus é infinita-

mente melhor que na direção dos homens, mais rápido você vai se realizar como pessoa, como família, vai viver com saúde, na paz e na abastança.

E é o que eu profetizo sobre a sua vida, em nome de Jesus.

. Bispo Maurílio Ribeiro

Dê o “GRITO DE BASTA”

Israel servia o “Senhor dos Exércitos”, nosso Deus! No entanto, estava completamente rendido à situação que lhe fora imposta pelos inimigos.
Sempre que os israelitas faziam suas plantações, os midianitas desciam como enxames de gafanhotos e invadiam a terra para devastá-la. Assim, Israel empobreceu muito. Durante sete anos, a reação do povo foi sempre a mesma:

…Até o dia em que o Anjo do Senhor apareceu a um homem chamado Gideão e disse:Apesar de pertencer à família mais pobre e ser o menor da casa de seu pai, Gideão não tinha um espírito de aceitação. Ele estava muito incomodado e revoltado com a situação e externou isso com, o que costumo dizer, o “Grito de Basta”:

Esconder-se onde podia. os israelitas fizeram para si esconderijos nas montanhas nas ca-vernas e nas fortalezas (v.v 2). O Senhor está com você, poderoso guerreiro (v.v 12). Ah, Senhor! Se o Senhor está conosco, por que aconteceu tudo isso? Onde estão todas as suas maravilhas que os nossos pais nos contam quando dizem: Não foi o Senhor que nos tirou do Egito? Mas agora o Senhor nos abandonou e nos entregou nas mãos de Midiã (v.v 13)
Gideão ouvira falar das maravilhas de Deus, quando os antepassados do Egito passaram pelo meio do mar, em terra seca. Fora milagre de Deus! Por isso, Gideão não aceitava a idéia de ter um Deus tão grande, forte e poderoso a seu favor e viver como se esse Deus não existisse. Seria como se dissesse: “Se o Senhor livrou Israel das mãos dos egípcios também pode livrar das mãos dos midianitas” ou “Se o Senhor operou no passado então pode operar agora”; “Não aceito viver de histórias; eu quero ver o Seu poder na minha vida”.

Muitos são os que proclamam um Deus poderoso, capaz de mudar qualquer situação, porém não manifestam nenhum incômodo sobre as situações negativas e destruidoras.São muitas as pessoas que vivem de forma oposta à vida abundante conquistada por Jesus na cruz. E até hoje, procla-mam um Deus que para elas mesmas, ainda é desconhecido. E por que é desconhecido? Porque até hoje não disse: “Chega. Basta. Vou lutar pela minha vitória. Não acei-to mais tal situação. Vou reagir, vou fazer o que é preciso, vou dar o que Deus exige e assumir u-ma postura diferente…”.
Estão entregues, não encaram a situação, já se acostumaram a viver a fé que não os leva a vencer, a servirem um Deus des-conhecido. Deviam se revoltar contra a situação negativa que estão vivendo e lutar por mudança. Optam, no entanto, por continuarem escondendo-se e fugindo do desa-fio.O que adianta saber que Deus abriu o Mar Vermelho e derrubou as muralhas de Jericó; res-suscitou o morto Lázaro e fez tantas outras coi-sas? Se não crer que Este Deus está vivo e continua o mesmo hoje, de nada adiantará.
A Bíblia diz que Deus não é Deus de mortos e sim de vivosIndependentemente da situação que você está enfrentando ou da reali-dade que está vivendo, isso pode mudar. Não há nada que Deus não possa fazer quando temos co-ragem de enfrentar. A Bíblia diz que Gideão com apenas trezentos homens foi guerrear contra um exército invencível, tão poderoso e numeroso que não se podia contar, mas milagrosamente eles venceram, porque Deus foi com eles. (Marcos 12.27).
Ele fez maravilhas no passado na vida daqueles que creram, e hoje Ele quer fazer na sua vida. É o seu morto que Ele quer ressuscitar. É seu mar que Ele quer abrir, e são as muralhas que impedem a sua con-quista que Ele quer derrubar. Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8.31)

Por que temer, conformar-se, prostrar-se, esconder-se, se você tem um Deus que tudo pode por você?

Faça como Gideão e dê o “Grito de Basta”. Decida lutar para validar o que você acredita. Gideão acreditava que onde Deus estava não havia derrota e sim vitória, e isso não mudou.Lutas sempre existirão, mas onde Deus está há vitória, cura, libertação, solução, livramento e salvação.
É inaceitável alguém que se diz de Deus e que afirma ter Deus na sua vida, viver na derrota. Faça Deus operar na sua vida. Aprenda com este grande exemplo de fé que foi Gideão e viva tudo o que foi conquistado por Jesus para você. Foi feito um testamento onde consta que saúde, paz, prosperidade, alegria e felicidade são um direito seu. Tome posse pela fé, em nome de Jesus!

Irmãos; humanamente falando, ninguém pode anular um testa-mento depois de ratificado, nem acrescentar-lhe algo (Gálatas 3.15)
Um forte abraço.

Bispo Danilo Marcuzzo

Todo covarde morre cedo

A covardia é o sen-timento mais repugnante que um ser humano pode ter. Vemos no texto bíblico acima a história de Bartimeu, um homem que, além de cego, era mendigo. Quando ele ouviu falar que Jesus estava passando por perto, começou a gritar pedindo ajuda ao Senhor. Muitos o repreendiam e mandavam-no ficar quieto, mas ele gritava ainda mais. Jesus, vendo a fé ousada e corajosa, curou aquele homem da cegueira.

Se Bartimeu tivesse se deixado levar pela opinião da multidão que o mandava parar de gritar, teria morrido cego e mendigo. Mas quando ele foi contra a multidão e perseverou em clamar ele estava mostrando que era cego e mendigo, mas não covarde.

Todo covarde morre cego, pois a covardia tira a visão das pessoas e as impedem de arriscar, automaticamente também as impedem de verem seus sonhos realizados, sendo assim, todo covarde também é cego, porque jamais verá vi-tórias em sua vida. Quantas são as pessoas que já eram para estarem muito além na vida e não estão por falta de coragem.

Deus quer um po-vo ousado e valente, vivemos numa época em que Deus está empurrando o povo do Ministério Mudança de Vida para vencer. Temos que entender que Deus não vai descer do céu e fazer a nossa parte, Ele vai fazer o impossível, mas o possível cabe ao ser humano fazer. Na verdade, a covardia está no caráter de uma pessoa, por isso só há um meio de vencê-la: através de uma renovação mental.

Fazer a vontade de Deus é ser inteligente, porém muitos sabem o que Deus espera deles e, mesmo assim, não o fazem. Saber o que é certo e não fazer é o pior ato de covardia que existe.

Todo vencedor teve que arriscar um dia. Em liderança não existe risco zero, às vezes temos que ignorar o medo de errar e entender que só erra quem produz, mas só produz quem não tem medo de arriscar. Não estou aqui fazendo uma apologia ao erro, mas dizendo que nunca arriscar nada, pode significar estar arriscando tudo.

Caro leitor, faça uso da coragem que Deus te dá e insista como o cego Bartimeu, ignore os gritos da platéia e insista em algo que somente você acredita. Seja você mesmo, seja livre do pensamento que te leva a se preocupar com o que os outros vão pensar. Se você tem a consciência de que está fazendo a vontade de Deus, não se preocupe em agradar a homens. Deus espera um povo corajoso e que tenha personalidade e pode ter certeza de que, nesta sinceridade, Deus vai fazer o seu trabalho prosperar.

Na vida, ou você é a presa ou é o predador, o mais forte sempre pre-valece. Sabendo que a força deve estar unida à inteligência, pois uma pessoa pode até ter força, mas se não tiver inteligência, ela se torna fraca. É preciso estar focado e ter disposição para fazer as coisas a-contecerem. Mesmo que seja algo que pareça difícil, a gente aprende mesmo é fazendo.

Deus está esperando uma atitude de fé ousada para te abençoar. Se você é covarde, seja

corajoso para admitir is-to e mudar. Faça como Bartimeu que foi contra a multidão, lembrando que ser corajoso é ter coragem de fazer aquilo que temos medo.

Um abraço.

Represente a Deus com revolta e inteligência

O pior tolo que existe é aquele que pensa que é sábio; aquele que insiste em algo que só traz resultados negativos.

A Bíblia diz no versículo acima que, assim como é impossível de um jumento nascer um homem, é difícil o tolo tornar-se sábio, porque normalmente, pessoas assim não querem mudar. Vemos na Bíblia homens que até diziam servir ao Deus vivo, mas agiam como tolos, como é o exemplo do rei Acabe, que ao ser pressionado pelo rei da Síria, preferiu entregar tudo o que tinha com medo de guerrear. Foi tolo. A covardia é o ato de se entregar sem lutar e é uma grande tolice.

“O rei respondeu: Que seja conforme tu dizes, ó rei meu senhor. Eu e tudo quanto temos somos teus” (I Reis 20.4).

Outro exemplo na Bíblia foi quando o rei amonita cercou o povo de Deus e o povo por medo pediu que ele fizesse um acordo. O rei disse que o acordo que ele faria era de literalmente arrancar o o-lho direito do povo de Israel. Ele queria apenas humilhar o povo de Deus, pois aceitando o acordo, cada vez que se olhasse no espelho, veriam diante de suas próprias imagens a vergonha e a humilhação. O povo estava cedendo ao acordo por pura covardia, até que Saul teve uma atitude inteligente e diferenciada.

“Quando Saul ouviu isto, o Espírito de Deus se apoderou dele e ele ficou furioso” (I Samuel 11.6).

O Espírito de Deus veio sobre Saul e ele ficou furioso, revoltado com aquela situação, armou uma estratégia inteligente e derrotou o povo inimigo.

Quando analisamos a reação de Saul e a de Acabe, vemos a reação de um tolo covarde e de um líder que nesta ocasião foi sábio e corajoso. Acabe preferiu se entregar, Saul decidiu lutar.

Caro leitor: analise sua vida e veja se você tem agido como Acabe ou como Saul. Você só tem uma vida e não é inteligente desperdiçá-la. Quando o Espírito de Deus veio sobre Saul, ele ficou furioso e isto é o que tem faltado em muita gente, uma fúria, uma revolta positiva, não revolta contra Deus ou contra a vida, mas sim com a situação. Uma pessoa enfurecida e revoltada está disposta a fazer o que for preciso para vencer. Além da revolta, o Espírito de Deus deu a Saul uma estratégia inteligente para vencer.

A Bíblia diz em, I Coríntios 2.16, que Nós temos a mente de Cristo. Temos que ser imitadores de Jesus, I Coríntios 11.1, e uma das características principais do Senhor Jesus é a inteligência.

A religião tira a inteligência das pessoas. O religioso se torna medíocre e age sempre pela emoção. A religião leva as pessoas a aceitarem todo o tipo de sofrimento e isto é uma cegueira espiritual, pois vemos na Bíblia que Deus só tem o melhor para o seu povo.

Peça a Deus inteligência espiritual, pois quem não pensa será sempre servo de algo ou de alguém. Deus quer um povo que tem a mente preparada para receber tudo o que Ele tem para dar. O maior ato de inteligência que existe é quando uma pessoa decide mudar. Muitos detestam mudança, no entanto, é a única coisa que traz progresso. Mudar não é fácil, mas é inteligente. A mudança depende do esforço. Mude radicalmente a sua vida. Elimine tudo aquilo que não tem acrescentado nada de bom.

Nós somos representantes de Deus aqui na terra, (II Coríntios 5.20). E o povo que representa o Todo Poderoso tem que estar à altura daquele que representa, por isso tem

que ser um povo inteligente, forte, próspero e bonito. Este é o povo que

orgulha o Deus vivo.

Seja inteligente, faça parte deste povo.

Um abraço.

Bispo Douglas Garcia
"Quem cedo e bem aprende, tarde ou nunca esquece. Quem negligencia as manifestações de amizade, acaba por perder esse sentimento."

William Shakespeare

terça-feira, 24 de agosto de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Igrejas Multiplicadoras

A estratégia de multiplicação de igrejas é bíblica! Não estamos dizendo que a visão é a salvação de todas as pessoas numa determinada área é a plantação de uma igreja, mas a visão é a multiplicação de discípulos que façam outros discípulos e a plantação de igrejas que se multipliquem em outras igrejas numa área-alvo, de modo suficiente para dar a cada pessoa uma oportunidade de conhecer Jesus pessoalmente e segui-lo na comunhão de uma igreja em que possa amadurecer como discípulo e glorificar a Cristo com os seus dons e serviço, como um crente fiel.

Calcados no ensino de Jesus contido na parábola do Semeador (Mt 13.l-23) e no eterno desafio de Atos 1.14, podemos destacar seis elementos essenciais para a semeadura da Palavra e a multiplicação de igrejas: A oração, o Espírito Santo de Deus, a semente certa, o semeador fiel, o solo preparado e o suporte confiável. O resultado prometido numa semeadura foi uma colheita de 30, 60 e até 100 por 1. Encontramos na igreja de Antioquia (At 11.19-26) um exemplo prático desses ensinamentos!

No livro de Atos podemos vislumbrar um breve resumo do princípio de multiplicação. É muito interessante que, em aproximadamente 15 anos, achavam-se igrejas espalhadas por toda a parte da Judeia e de Samaria, já tinham sido plantadas igrejas em Damasco e Antioquia, e em muitos outros lugares no mundo. Por exemplo: poucos anos depois do dia de Pentecostes, havia igrejas em Lida, Jope, Cesareia (e também em Tiro e Ptolemaida). Também devem ter plantado igrejas em muitas cidades da Judeia e de Samaria, pois Lucas só nos dá um retrato geral da realidade. Além disso, já havia igrejas também nas cidades da Síria (Damasco e Antioquia) e da Cilícia (Atos 15.41).

Podemos imaginar que já haviam plantado igrejas em Chipre e na Fenícia (Atos 11.19). Havia uma verdadeira MULTIPLICAÇÃO de igrejas. No começo da história da igreja, Deus queria multiplicar tanto discípulos como igrejas no mundo inteiro e durante todos os séculos.


PRINCÍPIOS

O processo do "Igrejas Multiplicadoras" está baseado nos seguintes princípios:

1. Multiplicação de tudo o que é importante. A Bíblia deixa muito claro que Deus deseja a multiplicação de tudo que é de sua criação (a figura de Levítico 19.23-25, Atos 2.41-47, discípulos em Atos 9 até o fim do livro de Atos, 2 Timóteo 2.2).

2. Processo Simples e constante. Em Atos 9.19 e 20, as sinagogas foram o ponto de partida para Paulo. Iniciou seus grupos, ou congregações de pessoas, com judeus e prosélitos e outros gentios interessados (Atos 13.42, 43; 14.1; 16.13-15; 17.1 e outros).

3. Iniciar o trabalho com pessoas mais receptivas (exemplo do 2º princípio de começar nas sinagogas).

4. Os seis elementos: oração, Espírito Santo, semente, semeador, solo e suporte são essenciais para a plantação de igrejas multiplicadoras (Atos 1.14 e 11.19-27).

5. O aperfeiçoamento dos santos é o trabalho principal do pastor (Efésios 4.11,12).

6. Trabalho em equipe é o exemplo de Jesus e da igreja de Atos (Lucas 10.1, Atos 11.19 e até o fim do livro de Atos).

7. O apoio e o encorajamento aos trabalhos novos durante todo o processo (At 11-20).

8. O Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todos os povos. É Jesus que edifica a sua igreja (Mateus 16.18; Romanos 1.16; Efésios 2.8).

9. A atuação do Espírito Santo, como fonte de conselho e poder é essencial para as plantações e multiplicações (João 14.16; Atos 1.8).

10. Devemos valorizar nossas tradições, mas não equipará-las às Escrituras, nem usá-las para anular verdades bíblicas (Mt 15.2,3, e 6, 2Ts 2.15).

11. A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. Deve ser usada sob a orientação do Espírito Santo em determinar o que fazer, quem pode, onde e quando fazer.

12. Envolver, de imediato, os novos convertidos em todo trabalho para a formação de igrejas autossustentadas, autopropagadoras e autogovernadas (At 11.19-30 e 13-20).

13. Aprendizes são essenciais no processo de multiplicação de igrejas. Uma equipe sempre deve ter novos aprendizes (Lucas 10; Atos 11.19-26 e o restante do livro de Atos e as epístolas de Paulo).

14. O trabalho feito por meio de relacionamentos é parte da estratégia no NT, especialmente com pessoas-chave (Atos 10.24,25; Atos 16.14,15 e 16.30-32) e também a contextualização (Paulo em 1 Corintos 9.19-22).

15. Apoio aos novos convertidos e novos nos ministérios. Faz parte da comunhão dos discípulos de Cristo (At. 2.42-47, 11.19-28 e as cartas de Paulo).
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APROVEITE BEM O SEU DIA, COM MUITA ALEGRIA!